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SUS amplia tratamento para casos graves de leishmaniose visceral

03 de July de 2026 17 leituras
SUS amplia tratamento para casos graves de leishmaniose visceral

O Ministério da Saúde incorporou ao SUS uma nova combinação de medicamentos para tratar casos graves de leishmaniose visceral em pessoas imunocomprometidas, como pacientes transplantados ou com condições que enfraquecem a imunidade. A medida amplia as opções terapêuticas para um quadro que pode evoluir rapidamente e exige resposta médica precoce.

A leishmaniose visceral é uma doença transmitida pelo mosquito-palha e pode atingir órgãos internos, provocando sintomas como febre prolongada, fraqueza, perda de peso e aumento do fígado e do baço. Em pessoas com o sistema de defesa fragilizado, o risco de agravamento é maior, o que torna o acesso a tratamentos mais adequados ainda mais importante.

Com a incorporação ao sistema público, a expectativa é que pacientes em situação de maior vulnerabilidade tenham acesso a uma estratégia mais alinhada ao cenário clínico de casos graves. Em saúde pública, ampliar o arsenal terapêutico é um passo relevante não apenas para tratar melhor, mas também para reduzir internações prolongadas e desfechos mais severos.

Para além do tratamento, especialistas costumam reforçar a importância de reconhecer sinais de alerta e buscar atendimento cedo. Em regiões onde a doença circula, medidas de prevenção contra o mosquito, atenção aos sintomas persistentes e diagnóstico ágil continuam sendo as principais ferramentas para reduzir impactos, especialmente entre idosos e pessoas com imunidade comprometida.

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Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de g1.globo.com.
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